PERFIL COMPORTAMENTAL DE {{nome}} EM IMPULSOS INSTINTIVOS:
MECANISMOS EM DESTAQUE NESTE PERFIL: REDUÇÃO E ESTRUTURAÇÃO:
Uma pessoa com o nível de intensidade apresentado por {{nome}} tende a reduzir sua capacidade de se impor para apresentar desconfortos acompanhados de propostas claras, principalmente em ambientes onde decisões são tomadas e é necessário assumir responsabilidades, tanto pela execução quanto pelos riscos de eventuais falhas, podendo haver tentativas de transferir ao outro a responsabilidade por concordar com seus conceitos e desejos, aprová-los ou até por executá-los. Em muitos momentos pode temer os possíveis prejuízos causados por uma tentativa de avanço ou mudança de ambiente sem garantias.
Uma baixa intensidade presente no nível Impulsos Instintivos pode indicar que {{nome}} possui certo nível de desmotivação ou de insegurança ao se expor em ambientes que não domina ou em que não é uma autoridade oficialmente reconhecida, principalmente nos contextos em que acredita que não ocupa um lugar hierárquico suficiente para influenciar as decisões ou que pode sofrer algum tipo de punição, ou ainda certo medo de colocar seu ponto de vista de forma clara em ambientes onde acredite que outras pessoas a quem considera autoridades podem julgá-lo(a) mal, mesmo que acredite ter razão e deseje muito fazer isso, o que pode, nestes momentos, gerar emoções como irritação, ansiedade ou frustração refletidas na sensação de indignação ou de injustiça.
O padrão emocional por trás do tipo de comportamento encontrado apresenta duas principais variações, sendo uma delas uma desmotivação referente ao meio, ou seja, uma certa sensação de desistência quanto a influenciar o ambiente e suas direções, ou em outra possibilidade, uma forte tendência ao medo de se prejudicar por consequência de um severo julgamento das pessoas mais poderosas ao seu redor, podendo ocupar um lugar mais ativo entre iguais ou pessoas de menor hierarquia, como quem é capaz de gritar no estádio de futebol junto aos demais ou de falar duro com um funcionário ou aluno, porém com menor liberdade para igual imposição em ambientes nível onde sua atuação individual possa gerar rupturas ou cisões. Isso pode ocorrer principalmente durante um debate de grandes proporções, contudo, essa insegurança ou desmotivação podem ser constatadas até mesmo em situações corriqueiras, quando os resultados deste julgamento podem ser, na prática, de menor expressão.
Como conceito geral, a insegurança foi popularizada como uma fraqueza ou até uma falha comportamental, levando uma pessoa a relutar contra a ideia de que se sinta insegura, portanto, é comum que uma pessoa com níveis moderados de insegurança considere não possuir essa tão temida emoção, defendendo-se sob o argumento de que é capaz de emitir sua opinião com firmeza, contudo em grande parte desses casos, ao examinar os contextos em que ocorrem variações, percebemos que um comportamento mais impositivo ocorre em ambientes onde os riscos sejam pequenos, como reclamar com pessoas não envolvidas ou não decisoras no processo em questão, como por exemplo queixar-se de maneira até agressiva para amigos, familiares ou colegas de trabalho que não são o alvo da queixa. É importante ter em mente que, o ato de reclamar, por mais intenso que seja, não significa uma imposição por si só, a indignação e possíveis reclamações realizadas demonstram a insatisfação de uma pessoa frente a um cenário, contudo o próprio ato de reclamar sem a proposta de tomar responsabilidade por conduzir o cenário em seu ambiente real indica que existe a tentativa de transferir a responsabilidade para alguém “que deveria solucionar a questão” como se deseja.
A hesitação existente em relação a expor as próprias ideias e percepções quando se sente em risco pode fazer com que, ao sentir-se impelido(a) a se expressar em determinada situação que chega ao limite, a forma de exposição seja defensiva, intensa e generalizada, portanto, sem foco na pauta central em questão. Por vezes, sua argumentação pode tornar-se vaga e confusa, andando em círculos com argumentos periféricos na busca por invalidar nível recebidas através do apontamento de possíveis falhas equivalentes do outro ou do ambiente, como quem busca por uma forma de anulação ou justificativa do próprio comportamento, preocupando-se mais prioritariamente com a preservação da própria imagem e segurança daquilo já possui do que com o ponto real em debate.
De maneira geral, {{nome}} pode ter ou não consciência de um comportamento ausente frente a algumas ou muitas de suas próprias responsabilidades e isso tende a fazer com que sua intensidade no nível de Movimentação Dirigida seja também baixa. Em alguns casos excepcionais em que a intensidade no nível de Movimentação Dirigida é alta, manifestações mais intensas podem acontecer em ambientes que geram segurança, como se queixar com maior veemência para quem não está envolvido no tema ou queixar-se em um grupo favorável à opinião, para compartilhar a responsabilidade por seu posicionamento.
Em determinadas relações, a desmotivação ou a insegurança individual de {{nome}} podem ser transferidas para uma sensação de que as pessoas próximas também não devam se expor à riscos que ele(a) mesmo(a) não correria, sentindo-se um perceptível nível de desconforto por situações que não são suas e tentando, muitas vezes de forma desastrada, desmotivar outras pessoas que estejam avançando para ambientes ou mudanças para os quais não se sente preparado(a) ou teria receio em avançar. Essa proteção tem usualmente um direcionamento bem-intencionado, contudo, baseado em análises intimamente pessoais e que não necessariamente são válidas para o outro que recebe esse apontamento. Quanto maior a própria desmotivação ou insegurança frente à situação em que observa o outro se envolver, maior tende a ser a contundência das tentativas de impedir que esse risco seja corrido pela outra pessoa.
Uma importante dificuldade de escolha e indecisão entre as opções disponíveis pode ser encontrada com frequência sob as condições comportamentais de {{nome}}, o que usualmente prolonga situações que se arrastam por mais tempo do que o desejado e acarreta em maior desgaste emocional.
Certo desconforto pode ser encontrado por se sentir sem opções ou sem o poder necessário para agir como gostaria, acreditando ter a obrigação de se submeter a um cenário que não deseja ou fazendo coisas que não deseja, contudo, com alguma dificuldade para liderar a condução do que terminará com o desconforto. Essa frustração pode ser causada por uma sensação de insegurança ou de impotência, o que pode ser revertido intencionalmente quando desenvolvida a consciência e as habilidades emocionais da pessoa em questão.
Um baixo nível de presença no nível Impulsos Instintivos usualmente aponta para uma pessoa que tem conhecimento de alguns desconfortos e de que algumas vezes não alcança os resultados que deseja, porém pode frequentemente acreditar que reclamar ou demonstrar insatisfação significa agir. Neste cenário, ainda que se posicione em ambientes onde o risco percebido é menor, pela falta de garantias pode encontrar dificuldades para colocar em prática ações efetivas e encontrar um caminho eficiente para apresentar alguns de seus desejos, desconfortos ou determinar limites nas relações quando a oportunidade de fazer isso surge.
É necessário um movimento consciente para identificar os padrões existentes e os possíveis caminhos para sua transformação em novos padrões comportamentais, que desenvolvam suas melhores capacidades de se expor, se impor e determinar, conscientemente, aquilo com o que se envolve ou não, sem constrangimentos ou receios desproporcionais ou descontextualizados.