PERFIL COMPORTAMENTAL DE {{nome}} EM AUTONOMIA CONSCIENTE:
MECANISMOS EM DESTAQUE NESTE PERFIL: BLOQUEIO E SABOTAGEM
Com uma presença muito baixa em Autonomia Consciente, {{nome}} tende a acreditar que as ações e responsabilidades são de propriedade coletiva, ou seja, do grupo como um todo, desenvolvendo uma dependência de aprovação de outras pessoas sobre as próprias ações e criando a distorcida expectativa de que as ações das pessoas com quem se relaciona também dependam de ser submetidas à sua aprovação. Uma falta de habilidade para assumir o direcionamento do próprio comportamento, principalmente sob pressão, pode ser comumente encontrada.
{{nome}} pode sentir grande frustração ou irritação quando alguém com quem interage segue caminhos diferentes daqueles que se acredita serem os “corretos”. Situações de dependência e codependência podem ser alimentadas pela crença de que é prejudicial olhar primeiro para os próprios interesses, depois avaliar os interesses coletivos.
Um comportamento com certo nível de ingenuidade de {{nome}} pode ser comumente encontrado em relação a acreditar que promessas realizadas são uma garantia irrefutável de se obter o que deseja, mesmo que quem prometa também o faça por ingenuidade, mas não tenha condições de garantir o resultado oferecido. Neste caso, duas consequências podem ser comumente encontradas, sendo a primeira, uma possível não preparação individual para enfrentar um eventual resultado diferente, o que implica dificuldades em caso de necessidade. A segunda consequência pode ser um outro comportamento ingênuo de exigir do outro que faça o que se deseja, com base em promessas realizadas de maneira inconsciente, ou às vezes até intencional.
{{nome}} tende a acreditar que responsabilidades podem ser compartilhadas e que a individualidade é um comportamento egoísta, muito indesejado. Pode se sentir mal por assumir que está defendendo interesses próprios e buscar justificativas quando pensa em si. Podem confundir a possibilidade de uma decisão compartilhada com dependência, acreditando que o pensamento de que “cada um é responsável por si” é negativamente individualista e confundir colaboração com um conceito onde “todos são responsáveis por todos”.
Uma baixa intenção de atuar de maneira autônoma pode ser associada a uma baixa capacidade de lidar com realidades que não goste, tornando {{nome}} muitas vezes rebelde e resistente a aceitar que as pessoas sejam mais livres do que entende que sejam e reduzindo, em sua própria percepção, o direito de escolha do outro em diferentes direções.
{{nome}} pode apresentar uma significativa baixa capacidade para cumprir com os movimentos e compromissos propostos para si mesmo(a), podendo procrastinar atividades que programa causando possíveis frustrações em relação aos objetivos desejados.
Com uma Autonomia Consciente em nível muito baixo, as emoções sentidas podem ser desconhecidas ou difíceis de identificar, causando em {{nome}} estados de grande turbulência emocional e de envolvimento de outras pessoas na responsabilidade pelo que vivencia, sem ferramentas claras para se movimentar intencionalmente para alterar essas emoções.
Neste padrão comportamental, existe uma dificuldade de {{nome}} para reconhecer a si mesmo(a) de maneira individual, com suas capacidades e limitações, assim como de delimitar responsabilidades, o que faz com que responsabilidades próprias possam não ser cumpridas a contento, tanto quanto existe a tendência de que uma pessoa nesta condição interfira em temas que não são de sua competência, muitas vezes com a intenção de ajudar, mas sendo invasiva e desastrada na tentativa de participação em decisões ou comportamentos que competem a outra pessoa.
Com um nível muito baixo de consciência individual sobre si e seu entorno, uma pessoa tenderá à maior dificuldade de identificar o que a leva aos desconfortos que vivencia, portanto os estágios de baixa visibilidade (instintivo, dramático e perceptivo) tendem a possuir maior nível de presença e atuação mais intensa.